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ComCiência

Se for morador ou estiver de passagem pelo Rio de Janeiro, não deixe de ir a exposição ComCiência da Australiana Patrícia Piccinini que está no CCBB do RJ até o dia 27/06, um programa impactante, com certeza vale a pena. As esculturas de silicone são hiperrealistas, uma perfeição.

As duas obras aqui postadas são: A grande mãe e Indiviso, ouça a apresentação da obra no link abaixo, em fontes.

Para trazer a questão das mutações genéticas para o território da arte, a artista australiana Patrícia Piccinini se utiliza do realismo como linguagem, apresentando ao espectador um universo de criaturas desconhecidas, porém palpáveis e surpreendentemente afetuosas. ComCiência, um neologismo que carrega sentido duplo, conectando consciente e ciência, propõe ao público um percurso narrativo entre esculturas, desenhos, fotografias e vídeos.

Leia mais sobre a mostra.

Depois de atrair mais de meio milhão de visitantes aos prédios dos CCBBs São Paulo e Brasília, a exposição ComCiência, primeira individual da australiana Patricia Piccinini no Brasil, ocupa o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, com algumas novidades. A artista decidiu criar duas novas obras para a temporada carioca. Uma delas foi concebida especialmente para a rotunda do prédio da Primeiro de Março e será ativada a partir do dia 29 de abril, marcando a abertura oficial da mostra. Nos dois dias anteriores, a exposição já estará funcionando em sistema de soft opening.

“O imponente espaço da rotunda no CCBB demanda uma resposta dramática e espetacular do artista”, acredita Patricia. “O grande desafio para mim foi conceber uma obra adequada à escala do lugar e ao mesmo tempo à intimidade sugerida pelo restante da mostra”, pondera.  Saiba mais clicando aqui.

Assuntos relacionados:

Obsessão Infinita - Yayoi Kusama

Crucifixos e um outro olhar

'Elles: Mulheres artistas na coleção do Centro Pompidou'

Tarsila do Amaral/Brasil, Musa Radiante por Drummond.

CCBB - Islâ

Fontes:

http://www.patriciapiccinini.net/

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/comciencia-patricia-piccinini-3/

http://rioshow.oglobo.globo.com/exposicoes/galerias/patricia-piccinini-comciencia-15579.aspx

http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2016/04/24/ccbb-comciencia-mostra-criaturas-geneticamente-modificadas/

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/wp-content/uploads/2015/09/Grande-m%C3%A3e.mp3 (ouça a apresentação da obra Grande Mãe.)

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/wp-content/uploads/2015/09/INdiviso.mp3 (ouça a apresentação da obra indiviso)

 

 

 

Mulheres à beira de um ataque de nervos

Fui assistir no OI CASA GRANDE a mais um musical dirigido por Miguel Falabella MULHERES À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS que foi inspirado no filme de Pedro Almodóvar lançado em 1988. Conta a trama de desventuras das três mulheres com problemas amorosos.

Com um elenco impecável sendo que a protagonista Marisa Orth com sua veia cômica está demais, ainda podemos contar com o humor de Stella Miranda, outra grande atriz que quando se trata de comédia não deixa a desejar.

Leia sobre o espetáculo no dia da estreia. :

'Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos' estreia hoje no Rio

 

Miguel Falabella, diretor da peça, avisa: 'É um espetáculo feito para elas'

Marisa Orth e Stella Miranda protagonizam musical inspirado em filme de Almodóvar

Rio - O musical ‘Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos’, inspirado no filme do espanhol Pedro Almodóvar, chega ao Rio e estreia hoje, no teatro Oi Casa Grande, para deleite de um público específico. “O espetáculo é feito para elas”, diz o diretor e responsável pela versão brasileira Miguel Falabella, que encontrou dificuldade na tradução do texto. “A língua inglesa é muito sintética e o português é bem mais eloquente e com excesso de latinidade”, diz. O texto original é de Jeffrey Lane e as letras e músicas, de David Yazbek. O musical diz respeito ao universo latino da mulher tupiniquim. “A mulher brasileira toma Valium e sai à noite atrás de um homem. A americana não faz isso”, conta Falabella.

Continue lendo clicando aqui.

Fontes:

https://www.facebook.com/MulheresABeiraDeNervos/

http://odia.ig.com.br/diversao/2016-03-05/mulheres-a-beira-de-um-ataque-de-nervos-estreia-hoje-no-rio.html

http://cultura.estadao.com.br/noticias/teatro-e-danca,peca-mulheres-a-beira-de-um-ataque-de-nervos-une-lirismo-e-histeria,10000000968

http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-5289/biografia/

http://www.purepeople.com.br/famosos/miguel-falabella_p3308

https://pt.wikipedia.org/wiki/Marisa_Orth

https://pt.wikipedia.org/wiki/Stella_Miranda



 

 

Jacy

Sabe quando você lê sobre determinado assunto, fica curioso e tem vontade de conhecer? Nem preciso dizer que nesse caso, falando de Natal, fiquei interessada.... Foi assim ao ler a resenha do Jefferson Lessa na VejaRio sobre a peça Jacy do Grupo Carmim de Natal, muito interessante e atual. Em dezembro de 2015 a peça chegou a ser incluída, na lista dos dez melhores espetáculos de 2015 eleitos pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.

A peça retrata a história de uma mulher que teve sua vida escrita a partir do encontro entre Henrique Fontes, diretor e ator da peça, e uma frasqueira. Há três anos, Henrique encontrou a maleta contendo toda a história de Jacy, uma mulher que, se estivesse viva, teria 93 anos hoje. A montagem traça um paralelo entre a história da personagem e a história da cidade do Natal.

A partir de objetos e documentos encontrados, o grupo aprofundou investigações na vida de Jacy, até descobrir diversos paralelos entre a história dela e da capital potiguar. Além do contexto histórico, também explora a temática do abandono do idoso, muito presente no nosso cotidiano.

Henrique Fontes, diretor e ator da peça, considera o processo de criação de Jacy “muito rico e surpreendente”. Segundo ele, “a investigação feita, a partir dos vestígios encontrados na frasqueira, revelaram fatos curiosos que têm ligação direta com a história de Natal”. O espetáculo é construído a partir dessa ligação, oras realisticamente, oras de forma fictícia, de maneira que não se sabe muito bem onde termina uma e onde começa a outra.

Transcrevo abaixo o a Resenha do Jefferson Lessa sobre a peça que me chamou tanto a atenção, e que bom estava lotado. Parabéns ao grupo Carmin e muito sucesso.

Em 2010, caminhando por ruas de Natal (RN), o ator e diretor Henrique Fontes deparou com despejos na calçada: um colchão, um estrado e uma velha frasqueira, daquelas usadas pelas madames para guardar miudezas nos tempos de outrora. Ao abri-la o integrante do Grupo de teatro Carmin encontrou objetos – um lenço, cartas de banco etc. – que aliados à pesquisa sobre a velhice desenvolvida pela trupe para um novo espetáculo, levaram a uma investigação minuciosa a respeito da dona dos pertences abandonados. A filha de dono de engenho que aproveitou a vida à larga durante a II Guerra Mundial, na capital do Rio Grande do Norte, apaixonou-se por um dos soldados americanos baseados na cidade durante o conflito, perdeu-o de vista e casou-se com ele vinte anos depois tem sua rica biografia resgatada na comédia dramática em cartaz no espaço Sesc, em Copacabana. Além de responder pela encenação, Fontes também sobe ao palco, ao lado de Quitéria Kelly. A história da personagem e as incríveis circunstâncias de sua descoberta pela trupe potiguar são costuradas com delicadeza diante da plateia. Original desde o início, a montagem é enriquecida por direção ágil e projeções em vídeo pertinentes à trama. Entre tantos acertos, o doce sotaque da dupla sobre o palco soa como um bônus neste raro espetáculo.

Vai estar em cartaz no Sesc Copacabana até dia 20/03/2016, vai lá, vale a pena..

História do Grupo Carmin

O Grupo Teatro Carmin foi criado em janeiro de 2007, em Natal, com o desejo de pesquisar temas urbanos que pudessem ser retratados de forma cômica. A busca pelo riso não era gratuita e deveria proporcionar abertura para reflexão ou, como quis Georges Bataille, para uma “atitude filosófica”.

Motivados pela pesquisa proposta pelo Grupo Clowns de Shakespeare sobre moradores de rua do bairro da Ribeira, Quitéria e Titina convidaram o diretor e dramaturgo Henrique Fontes e o cenógrafo Mathieu Duvignaud para juntos aprofundarem a pesquisa sobre o universo dessas pessoas que vivem nas ruas. O processo durou quase seis meses de investigação nas ruas e visitas a postos de saúde, além do trabalho de criação em sala.

Leia mais sobre o grupo clicando aqui.

Fontes:

http://www.grupocarmin.com/novidades/

https://www.facebook.com/grupocarmin/

http://cultura.estadao.com.br/noticias/teatro-e-danca,grupo-carmin-da-aula-de-historia-em-jacy,1749811

http://novojornal.jor.br/cult/espetaculo-jacy-esta-entre-as-10-melhores-pecas-do-ano

 

 

Bibi Ferreira

A convite da Júlia Morales do blog www.nossoarmario.com tive o prazer de ir ao festival Petrópolis de páscoa assistir ao show de Bibi Ferreira, valeu demais, um ótimo show e ainda mais com a presença do ilustre maestro João Carlos Martins (um exemplo de superação, veja link abaixo), foi emocionante. Aos 94 anos Bibi mostra vitalidade comemorando os seus 75 de carreira com aquele vozeirão que não é pra qualquer um, vale a pena conferir, pra mim foi um show histórico.

Brincando com a própria idade, a cantora e atriz brasileira começa a apresentação que comemora seu 75 anos de carreira com "Eu nasci há dez mil anos atrás", de Raul Seixas. O repertório do show ela cantou sucessos da francesa Edith Piaf, a portuguesa Amália Rodrigues, do argentino Carlos Gardel (existe controvérsia sobre local de nascimento, veja nos links abaixo) e do americano Frank Sinatra.

A próxima turnê que ela fará esse ano será cantando músicas de Frank Sinatra, em abril ela estará no Rio e junho em São Paulo. Em setembro irá pela primeira vez com esse show para New York.

FONTES:

http://www.funarte.gov.br/brasilmemoriadasartes/acervo/atores-do-brasil/biografia-de-bibi-ferreira/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bibi_Ferreira (outra fonte de informação para pesquisa sobre biografia de Bibi Ferreira)

http://vejario.abril.com.br/blog/solta-o-som/solta-o-som/uma-conversa-com-bibi-ferreira

www.bibi-piaf.com/ (As páginas deste site são uma homenagem a duas mulheres espetaculares)

http://www.ibccoaching.com.br/portal/exemplo-de-superacao/conheca-maestro-joao-carlos-martins-historia-de-superacao/extraordinárias)

http://www.fundacaobachiana.org.br/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_Seixas

http://www.vagalume.com.br/raul-seixas/eu-nasci-ha-dez-mil-anos-atras.html (clique em play e acompanhe a letra com a música)

http://pensador.uol.com.br/autor/raul_seixas/biografia/

http://pensador.uol.com.br/autor/raul_seixas/ (211 pensamentos de Raul Seixas)

http://cultura.estadao.com.br/blogs/divirta-se/bibi-ferreira/

https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89dith_Piaf

https://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A1lia_Rodrigues

https://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Sinatra

https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Gardel (por haver controvérsia entre a data de nascimento e local fiz mais pesquisa por outras fontes, como por exemplo esse site http://www.revistaliteraria.com.br/biogardel.htm e http://educacao.uol.com.br/biografias/carlos-gardel.htm)

 

 

FRIDA KAHLO CONEXÕES ENTRE MULHERES SURREALISTAS NO MÉXICO

Fui ao centro cultural da caixa econômica do Rio de Janeiro e vi a exposição FRIDA KAHLO CONEXÕES ENTRE MULHERES SURREALISTAS NO MÉXICO.

É uma mostra impactante, pois a pesquisa minuciosa da curadora Tereza Arcq descobriu a forma como uma rede intricada, com inúmeras personagens, se formou tendo como eixo a figura de Frida Kahlo. O foco dessa história são artistas mulheres, muitas delas reconhecidas no passado como “esposas” desse ou daquele artista. Elas são protagonistas: criam aproximações, promovem eventos, trocam correspondências, desafiam lugares comuns, escapam de qualquer submissão e, claro, produzem obras de arte de vigor inquestionável.

A caixa cultural compartilha com o público do Rio de Janeiro e o que visita a cidade a oportunidade de olhar com mais atenção para essas artistas e seu legado, que posam ser reconhecidas nos enigmáticos espelhos que construíram.

Nesse post alguns cliques são meus e além dos autorretratos de Frida Kahlo ainda temos o autorretrato de Rosa Rolando, um quadro que cliquei porque achei interessante, tem várias imagens ao fundo que dar uma ideia de caos. A maior parte das 15 artistas (Maria Izquierdo, Remedios Varo, Leonora Carrington, acqueline Lamba, Alice Rahon, entre outras) que compõem a exposição conheceram Frida (outras se inspiraram nela), e são reveladas pela exposição. Algumas artistas era mexicanas ou radicadas no México por causa da guerra.

Frida era obstinada em pintar autorretratos, 55 ao todo, que representam um terço de toda sua obra ela justificava dizendo: “Pinto a mim mesma porque sou sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor”. Conheca a história e suas obras no site.

A pintora mexicana se retratou diversas vezes com elementos de sua vida, tanto externos como internos, diferente da maioria dos autorretratos que são centrados na aparência do/a artista. Clique aqui e conheça algumas imagens com família e com Diego Rivera, seu grande amor, chegou a pintar seu autorretrato com o Diego na cabeça e intitulou “Diego em meu pensamento. O segundo aqui exposto.

Natureza MortaPintar era a conexão de Frida com a vida e o mundo. Muitos de seus quadros eram natureza-morta (foto). No geral, as frutas aparecem abertas, com as polpas suculentas à mostra, de forma tentadora, o que pode ser relacionado ao sexo.

 

Pesquisando pela net encontrei uma dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRN do estudante e meu conterrâneo, Felipe Henrique Monteiro Oliveira, intitulada CORPOS DIFERENCIADOS E O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA PERFORMANCE “KAHLO EM MIM EU E(M) KAHLO”. É uma visão geral de arte de pessoas com deficiência. Conta toda a vida de Frida Kahlo com suas dificuldades e Mesmo com a saúde debilitada, devido aos vinte e nove anos de dores constantes, nos quais utilizou diferentes coletes feitos de aço, couro e gesso, sofreu várias internações, fez trinta e duas cirurgias e teve a perna direita amputada, Kahlo insistia em não obedecer às recomendações médicas e continuava bebendo e fumando em demasia. Seu estado clínico piorou e em 1954, com 47 anos de idade (nasceu em 6 de julho de 1907, morreu em 13 de julho de 1954), faleceu em decorrência de uma embolia pulmonar proveniente da pneumonia, porém seus escritos no diário mostram uma possível tentativa de suicídio a partir de uma overdose de remédios. Seus familiares respeitaram sua última vontade e seu corpo foi cremado.

Durante toda sua vida Kahlo criou aproximadamente duzentas obras de arte, dentre elas cinquenta e cinco são autorretratos. Suas pinturas enfatizam seu sofrimento, entretanto não demonstram características sentimentalistas ou de autopiedade, pelo contrário, retratam o ser humano que foi capaz de subverter suas variadas e intensas dores físicas e psicológicas. Deste modo, é possível constatar o seguinte aspecto:

A pintura foi uma parte da batalha de Frida Kahlo pela vida. Foi também uma parte significativa de sua autoinvenção: em sua arte, assim como em sua vida, a autorrepresentação teatral era um meio de controlar seu mundo. À medida que ela se recuperava, sofria recaídas e se recuperava novamente, Frida se reinventava. Ela criou uma persona capaz de se deslocar e aprontar travessuras com a imaginação, e não com as pernas. (HERRERA, 2011, p.98).

E para quem gosta de moda indo à exposição poderá ver os trajes que tanto marcaram o estilo de Frida, que fez do seu guarda-roupa uma forma de arte. Vá logo, pois é só até dia 27 de março.

Algumas Frases de Frida Kahlo:

- "Para que preciso de pés quando tenho asas para voar?"

- "Eu nunca pinto sonhos ou pesadelos. Pinto a minha própria realidade."

- "Bebi porque queria afogar minhas mágoas, mas agora as coisas malditas aprenderam a nadar."

- "Eu pinto autorretratos porque estou muitas vezes sozinha e porque eu sou a pessoa que eu conheço melhor."

- "A pintura tem ocupado minha vida. Perdi três filhos e uma série de coisas que poderiam ter preenchido a minha vida horrível. A pintura substituiu tudo. Eu acho que não há nada melhor do que trabalhar.

Conheça Frida Kahlo:

Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderon foi uma das personagens mais marcantes da história do México. Patriota declarada, comunista e revolucionária Frida Kahlo, como ficou conhecida, teve uma vida de superações e sofrimentos que refletidos em sua obra a tornaram uma das maiores pintoras do século.

Nascida em 6 de julho de 1907 em Coyoacan, México, filha do famoso fotógrafo judeu-alemão Guillermo Kahlo e de Matilde Calderon y Gonzales, mestiça, Frida sempre foi apaixonada pela cultura de seu país e adorava tudo que remetesse às tradições mexicanas. Fato que ela sempre fazia questão de demonstrar em sua maneira de se vestir e em seu trabalho ao incluir elementos da cultura popular.

Em seu diário, publicado em 1995 e traduzido para diversas línguas, e em sua autobiografia publicada em 1953, Frida deixou registradas suas dores e sobretudo suas frustrações pela infidelidade do marido, por quem era extremamente apaixonada, e pela impossibilidade de ter filhos. Toda sua obra, constituída majoritariamente por auto-retratos reflete essa condição.

Continue lendo a biografia completa, clicando aqui.

Assuntos Relacionados:

Caixa Cultural - Centro cultural da CEF

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A História do Egito (Egiptomania). E, também o nordeste e o sudeste.

Justiça Federal contribuindo com a Cultura - CCJF

Guera e Paz - Portinari no Municipal RJ

“Rio de Janeiro a Dezembro” e “Sem Fronteiras”

O Rio de Janeiro de Debret

Fontes:

http://fkahlo.com/

http://www.cultura.rj.gov.br/materias/as-cores-e-a-magia-de-frida-kahlo

http://www.caixacultural.com.br/SitePages/home-principal.aspx

http://www.significados.com.br/surrealismo/

http://www.suapesquisa.com/quemfoi/frida_kahlo.htm

http://www.infoescola.com/biografias/frida-kahlo/

http://www.infoescola.com/biografias/diego-rivera/

http://www.infoescola.com/mexico/historia-do-mexico/

https://saladeartesvirtual.wordpress.com/2013/05/12/frida-kahlo-autorretrato-biografico/ (quadro do autorretrato Diego em meu pensamento)

http://pintorasmexicanas-rosaronalda.blogspot.com.br/ (Blog da Rosa Ronalda com vários quadros)

http://www.heloisamarra.com/home/blitz/50258-as-mulheres-de-frida-kahlo.html (gostei muito da postagem desse site da Heloisa Marra)

http://www.alemdosofa.com.br/frida-kahlo-conexoes-entre-mulheres-surrealistas-no-mexico/ (outro blog interessante sobre a exposição realizada em São Paulo)

http://guia.folha.uol.com.br/exposicoes/2015/09/1685957-frida-kahlo-e-mais-15-mulheres-guiam-mostra-no-instituto-tomie-ohtake.shtml

http://repositorio.ufrn.br/jspui/bitstream/123456789/12454/1/FelipeHMO_DISSERT.pdf (dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRN do estudante e meu conterrâneo, Felipe Henrique Monteiro Oliveira)

 

 

 

 


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Sou Curiosa

O que você passa a conhecer é o seu conhecimento na sua visão, então porque não passar a informação para o outro e a partir daí cada um terá sua própria visão, respeitando o conceito (pré-determinado ou não) de cada um.

 
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