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Jardim Botânico - Um espaço para energizar..

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Há tempos queria ter colocado a dica do Jardim Botânico, mas queria colocar junto ao mesmo post do Tom Jobim (Tom Jobim - Um Homem Iluminado), afinal o assunto está ligado. Tom amava o Jardim Botânico. E, a minha dica é que você estando no Rio não pode deixar de visitar e, se já tem praia em sua cidade, melhor ainda aproveite parte de seu passeio no jardim Botânico. Eu, se tivesse poucos dias e já tendo praia em minha cidade, tendo que escolher a minha opção seria o Jardim Botânico, vale a pena conferir.

É fácil chegar, estando em qualquer bairro da zona sul, você pega ônibus que passa em frente ao portão de entrada, não tem como errar. E, estando em outros bairros da cidade chegando ao centro da cidade, seja através de metrô ou ônibus, pega um outro ônibus para o jardim Botânico, se informe com as pessoas do bairro em que estiver hospedado, aliás não é a toa que nós, os Brasileiros, somos considerados pessoas hospitaleiras e gostamos de passar informações, então é fácil, perguntem e bom passeio.

 


O Jardim Botânico localiza-se no bairro de mesmo nome, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasill.
Uma das mais belas e bem preservadas áreas verdes da cidade, o Jardim Botânico é um exemplo da diversidade da flora brasileira e estrangeira. Nele podem ser observadas cerca de 6.500 espécies (algumas ameaçadas de extinção), distribuídas por uma área de 54 hectares, ao ar livre e em estufas.
O Jardim abriga ainda monumentos de valor histórico, artístico e arqueológico, além de um importante centro de pesquisa, que inclui a mais completa biblioteca do país especializada em botânica, com mais de 32 mil volumes.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_Bot%C3%A2nico_do_Rio_de_Janeiro

Vejam um site muito legal de pesquisa onde tem toda a história do Jardim Botânico.

http://www.oguialegal.com/08-pesqespjardim.htm

Todas as fotos aqui foram clicadas por mim, que aliás o espaço Tom Jobim que falei no post do livro Tom Jobim não é esse, clicado aqui.O que cito no post anterior é o mais recentemente inaugurado é uma casa que tem o acervo da obra de Tom e também tem uma programação cultural.
Veja links sobre o espaço:
http://www.jbrj.gov.br/cultura/espaco_tom_jobim.html1.
http://www2.petrobras.com.br/cultura/portugues/patrimonioedificado/proj/edif_centrotomjobim.asp
http://www.overmundo.com.br/overblog/espaco-tom-jobim-rj

 

 


As Palmeiras Imperiais, principais atrações do Jardim, foram semeadas pelo Príncipe-Regente D. João VI, em 1809. Só após tirar essa fotografia das palmeiras é que vi que tinha um casal, que aliás adorei, pois não só passa aquela ideia que você vê em fotos e parece distante de você, não é!. Qulquer um de nós,  pode. Estando no Rio venha curtir essa bela natureza. Só espero que o casal não se reconheça aqui na foto e venha me pedir direitos autorais, desculpa a publicação sem pedido de autorização. Ah agora eu lembro, era um casal do RS que eu cheguei a tirar até fotos deles. E, depois eles saíram caminhando, muito simpáticos, por sinal. E, uma de minhas outras manias é perguntar a quem está só e/ou casal se querem que tiro uma foto, adoro fazer isso. Sabe você viajando sozinho e querendo tirar aquela foto. Só que hoje, as pessoas estão tão desconfiadas que algumas ficam desconfiadas.

O jardim Botânico é isso, você esquece que está dentro de uma grande cidade como o Rio de Janeiro e esquece do mundo.

 

Saiba mais sobre a história do jardim Botânico com mais detalhes.

 

 

http://www.oguialegal.com/08-pesqespjardim.htm

 

UM POUCO DE HISTÓRIA


Nos primórdios do século XVI, quando a cidade do Rio de Janeiro mal começava a dar os primeiros passos, o local que hoje acolhe o Jardim Botânico abrigava um engenho de cana de açúcar.

Era o Engenho D'el Rei, propriedade da Coroa portuguesa, erguido por volta de 1575 e vendido ainda no século XVI a particulares.
Após a venda, o engenho pertenceu inicialmente a Diogo Amorim Soares e em seguida a seu genro Sebastião Fagundes Varela. Finalmente, a partir de 1702, passou à propriedade da família Rodrigo de Freitas, que era aparentada dos Fagundes.

Em 1808, logo após a chegada da família Real Portuguesa ao Brasil, em virtude do Bloqueio Continental decretado em 1806 por Napoleão Bonaparte, que ameaçava invadir os países que mantivessem comércio com a Inglaterra, o Engenho foi desapropriado pela Fazenda Nacional, ordenando-se um levantamento cartográfico da área, com o objetivo de se escolher o melhor sítio para abrigar uma fábrica de pólvora e um Horto Real.

A fábrica de pólvora deveria ser capaz de produzir o suficiente para a defesa da nova capital portuguesa e o Horto Real tinha o objetivo de aclimatar plantas exóticas que poderiam vir a ser úteis para o desenvolvimento agrícola e industrial da metrópole portuguesa.

O mundo vivia a passagem do capital comercial para o capital industrial, o que acelerava a busca européia por mercados potencialmente ricos em matérias primas capazes de suprir uma indústria nascente.
Muito mais do que apenas descrever e classificar as espécies botânicas existentes no Brasil buscava-se a sua aplicação econômica na medicina, na alimentação e na tecnologia. Paralelamente, notava-se também no governo português o desejo de introduzir no Brasil espécies exóticas, capazes de aqui se aclimatarem e desenvolverem. Daí o grande incentivo à criação dos Hortos Botânicos.

Deste modo, em 1808 estabelece-se o Real Horto, no Rio de Janeiro, transformado em 1811 em Real Jardim Botânico e franqueado ao público a partir de 1819, quando foi dado o primeiro passo efetivo para a criação de outros jardins, em outras localidades do país, fato este que ocorrerá somente após a Independência, mais precisamente em 1825, quando são inaugurados os jardins de Aclimação em algumas províncias brasileiras, com destaque para os da Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Maranhão.

O Jardim Botânico permaneceu em área contígua à fábrica de pólvora até 1832, quando a mesma foi transferida para a nova fábrica da Estrela ou Cordoaria, na Raiz da Serra de Petrópolis. Seus terrenos foram então anexados ao Jardim, que teve a sua área bastante ampliada. Assim, ainda em pleno regime monárquico, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro assume a posição de principal área de aclimação de plantas nativas ou exóticas, até então distribuídas por todo o território brasileiro. Além disso, de local de aclimação, nosso Jardim Botânico passou a ser um laboratório vivo, evocando a necessidade do espírito científico das ciências naturais.

Torna-se também local de passeio, caráter este que ganha proporção ao longo da segunda metade do século XIX, quando era constantemente evocado por estrangeiros, que de passagem pelas terras cariocas, se extasiavam diante das aléias de palmeiras imperiais que, em colunatas, são como que guardiãs de um templo precioso, o dos vegetais, abrigando em plena zona urbana de nossa cidade uma beleza ímpar.

Localizado junto a uma das vias de maior movimento da Zona Sul da cidade, no bairro ao qual empresta seu nome, o Jardim Botânico é um oásis de paz em meio à agitação da cidade grande.

Este é o único lugar no Rio onde é possível encontrar cerca de 6.200 espécies vegetais - algumas até em extinção - provenientes de todas as partes do planeta.

Possui uma área total de 1 370 000 m2 (137 ha), dividida em dois setores: o do Jardim, propriamente dito com 54 000 m2 (54 há), cujo nível do terreno, plano, situa-se em torno de 2 metros acima do nível do mar, e o do Horto Florestal, ao norte do Jardim, que se estende pelas encostas da montanha, até os limites do Parque Nacional da Tijuca, atingindo a cota dos 400 metros.

A área é cortada por dois cursos d'água principais: o Riacho Iglesias e o Rio dos Macacos, vindos do Maciço Tijuca-Carioca e que deságuam na Lagoa Rodrigo de Freitas. Os elementos físicos que atuam na composição do clima: relevo de contrastes, vegetação densa de mata tropical, ventos marítimos úmidos e latitude média - 22 graus 57' a 22 graus 59' sul - acentuam a precipitação de chuvas, com índices superiores a 2 000 mm anuais, um dos mais altos da cidade.

MAIS UM POUCO DE HISTÓRIA

Sua origem remonta ao século XIX, à época da chegada da Família Real ao Rio de janeiro, ocorrida a 7 de março de 1808. Uma das primeiras providências do então Príncipe Regente D. João foi mandar construir uma Fábrica de Pólvora e uma fundição e torneamento de peças de artilharia, escolhendo, como local para sua instalação, as terras do Engenho da Lagoa Rodrigo de Freitas, que foram desapropriadas, passando a se chamar Real Fazenda da Lagoa Rodrigo de Freitas. Seu primeiro diretor foi o general de origem italiana, Carlos Antonio Napion, que permaneceu poucos meses no cargo.

 

Comentários  

 
0 #3 2010-08-16 12:46
Walter eu agora fiquei curiosa e eu gosto dessas perguntas, pois isso comprova que você "pensa" que já viu tudo e não viu nada.Claro, que isso não vale para o Jardim Botânico, pois é imenso. E, ainda mais eu que adoro Burl Marx, é tanto que sou fisurada no calçadão de Copacabana (aquelas ondas) porque foi criação dele.
Citação
 
 
0 #2 2010-08-16 12:41
É que lá grande parte das plantas são do paisagista Burle Marx, mas da próxima vez que for lá, vou buscar esse jardim e tirar fotos...Cada vez é uma novidade, não dar para ver tudo de uma vez...
Sei que tenho matéria sobre o sítio Burle Marx que já fui umas 3 vezes, aguarde sobre o sítio. É outra coisa que vale a pena visitar....Você precisa vir aqui com a esposa e fazermos esses passeios juntos, com sua máquina, que você diz ser de amador...
Aguardo a do bosque dos namorados.
Citação
 
 
0 #1 2010-08-16 12:34
Fiquei sabendo agora no seu blogo que o Jardim Botânico do Rio tem uma biblioteca com 32 mil volumes e também, 6.500 espécies árvores. É lá que tem um jardim em homenagem ao grande Burle Marx? Você tem fotos? Se sim, faça uma matéria. Eu farei uma do Bosque dos Namorados de Natal.
Abraços Sônia.
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